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Mão de obra é obstáculo para inovação na indústria brasileira

Um dos principais obstáculos à inovação na indústria brasileira é a falta de mão de obra preparada para acompanhar a […]

Mão de obra é obstáculo para inovação na indústria brasileira

Um dos principais obstáculos à inovação na indústria brasileira é a falta de mão de obra preparada para acompanhar a transição a um ambiente de produção mais digitalizado. A conclusão é de especialistas que participam do 7º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, em São Paulo, e discutiram as oportunidades e os riscos para o Brasil diante das tecnologias disruptivas que estão surgindo (inovações que superam o padrão dominante).

O grande risco para o Brasil, diante do surgimento de inovações disruptivas, é a educação. Neste momento, estamos num processo de transformação de um mundo complicado para um mundo complexo – disse Rafael Lucchesi, diretor-geral do Senai e diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que organiza o Congresso em parceria com o Sebrae.

O chefe do escritório de desenvolvimento empresarial da Universidade do Estado do Arizona, Sethuraman Panchanathan, afirmou que as universidades precisam interagir mais com as empresas, e formar pessoas com capacidade para ter novas ideias, que garantam ganhos de produtividade às companhias.

– Precisamos de novos tipos de pessoas, com capacidade para ter novas ideias e criar novos tipos de sistemas para a indústria do futuro – disse o especialista.

No Brasil, embora a indústria ainda seja responsável por dois terços do investimento feito em pesquisa no país, a participação do setor no Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) caiu de 22,5% em 1995 para 11,4% no ano passado.

Dados apresentados no Congresso mostram que o ritmo de crescimento da produtividade global caiu nos últimos quatro anos. Enquanto a produtividade global cresceu a uma média de 4% ao ano entre 1991 e 2010, entre 2011 e 2015, esse avanço caiu para 1% ao ano.

O ex-presidente do BNDES e professor da Unicamp, Luciano Coutinho, afirmou que mesmo numa conjuntura difícil como a que o Brasil vive, com queda de produção industrial e de demanda, não se pode deixar de ter visão de futuro e continuar se preparando para mudanças.

– A CNI está fazendo um estudo para levantar quais são e quais os impactos das principais tecnologias disruptivas. Entre essas inovações estão a internet das coisas, com potencial de transformar cidades; manufaturas avançadas, capazes de integrar toda a cadeia produtiva; inteligência artificial, que permite que os computadores reconheçam padrões e façam análises, além de nanotecnologia, biotecnologia – disse Coutinho

Entre alguns exemplos de inovações citados pelos especialistas, está o da General Eletric, que já utiliza robôs para inspeção em turbinas de aviões, o que permite detectar todo tipo de rachadura. Essa tecnologia reduz o tempo de parada para manutenção, promove ganhos de produtividade, além de uma economia de meio bilhão de dólares para empresa. Thomas Canova, vice-presidente global de Pesquisa e Desenvolvimento da Rhodia Solvay, disse que o grupo investiu 80 milhões de euros em startups de inovação no mundo.

– Há uma verdadeira revolução da indústria clássica para a digital, com surgimento de novos materiais – disse o executivo.

Fonte: Extra

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