O que medir na Gestão da Inovação para gerar resultados reais no seu negócio?

Medir inovação é um desafio porque vai além de números e indicadores convencionais.

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Medir inovação é um desafio porque vai além de números e indicadores convencionais. A natureza da inovação está diretamente ligada ao contexto do negócio, ao estágio dos projetos e aos objetivos estratégicos da empresa. Não existe uma fórmula única. Avaliar a efetividade da Gestão da Inovação exige método, leitura de cenário e escolhas bem fundamentadas.

Neste artigo, reunimos insights práticos e estruturados para ajudar sua empresa a definir os indicadores certos, de acordo com a maturidade da Gestão da Inovação e os resultados esperados.

Entenda a diferença entre métricas e indicadores

Métricas e indicadores não são a mesma coisa:

  • A métrica é o número, por exemplo: sua empresa tem 4 projetos de inovação.
  • o indicador é o que vai permitir a avaliação destes números, por exemplo: dentre esses 4 projetos de inovação, dois são incrementais e dois são disruptivos, mas somente 3 dão resultados positivos.

Revisar métricas e indicadores periodicamente é o que vai te auxiliar em tomadas de decisões por trazer um panorama completo dos processos e da Gestão da Inovação.

Indicadores e métricas mais utilizados no mercado

Lembre-se: não existe um modelo ideal, o que funciona é aquilo que reflete o processo e a Gestão da Inovação da SUA empresa.

Mas, para que você possa ter um ponto de partida, listamos alguns indicadores clássicos utilizados para mensurar os resultados dos processos de inovação:

  • ROI (Retorno Sobre Investimento);
  • Balanço de portfólio;
  • Dedicação dos times;
  • Percentual de investimento em PD&I;
  • Penetração de mercado;
  • Custos;
  • Evolução no mercado e posicionamento da empresa.

Um modelo básico de Sistema de Medição de Desempenho

Para ter um bom resultado, antes de tudo é importante ter em mente qual a sua razão para medir um desempenho e como isso será feito. Tendo isso definido, o segundo passo é dividir o sistema em três categorias: estratégica, tática e operacional.

Passo 1 - Estratégia:

Na categoria estratégica, você vai se perguntar (e definir):

  • Qual a visão do seu negócio?
  • Aonde você quer chegar com a inovação?

Esse passo é essencial para entender o quanto a sua empresa está se dedicando estrategicamente para poder desenvolver a Inovação.

Aqui você também irá inserir as “entradas”, isto é, os indicadores de intensidade. Basicamente listar os recursos que alimentam os processos de inovação:

  • O quanto a empresa está destinando de recursos para projetos de inovação?
  • Qual é a dedicação dos times de alta direção nesses desenvolvimentos?
  • Quais são as metas de negócio a serem alcançadas no curto, médio e longo prazo?

Passo 2 - Tática:

Na categoria tática, você observará como a empresa está operando. Em outras palavras, o que você está conseguindo atingir em relação ao que foi pensado em estratégia? Algumas perguntas podem te guiar nessa etapa:

  • Quantas pessoas estão alocadas para determinado projeto?
  • Quanto e o que eu estou fazendo que está direcionado para a estratégia de inovação?
  • Quantos projetos estão em andamento?
  • Quais são os tipos de projetos?
  • Qual a resposta de mercado?
  • Quais as novas categorias de produto?
  • Quais resultados estamos conseguindo?

Aqui entramos na medição de processos e de resultados, de modo que os indicadores se relacionam à gestão do pipeline de projetos e aos resultados em si. Essa etapa é muito importante para o time de criação que é multifuncional, pois facilita o gerenciamento e esclarece o status do que está sendo feito.

Passo 3 - Operação:

E, para finalizar, na categoria operacional você terá as pessoas que realmente estão executando esse sistema, por isso é fundamental que elas compreendam o que estão medindo e qual a importância dessas métricas.

  • Quantidade de projetos;
  • Horas de dedicação;
  • Controle de produção.

Conclusão

Estar preparado para gerir a inovação com método e foco é essencial em um cenário de transformações cada vez mais rápidas. Diante do excesso de informação e da pressão por resultados, empresas que adotam uma abordagem estruturada saem na frente.

Transformar métricas em decisões estratégicas é uma questão de disciplina, clareza e consistência.

Se quiser entender como aplicar esses conceitos na prática, entre em contato com nossos especialistas.

Envie agora um e-mail para contato@pieracciani.com.br

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